“A segurança jurídica proporcionada pelo novo governo despertou o interesse dos investidores, que voltaram a procurar o Estado”, lembrou o governador. Estão em negociação 54 novos investimentos, que pretendem se beneficiar do programa Paraná Competitivo, lançado em fevereiro para atrair empreendimentos e beneficiar também a ampliação das empresas já instaladas no Estado. Outros 16 foram aprovados ainda seguindo as regras da administração anterior, para que as empresas não fossem prejudicadas.
O secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, e a equipe da secretaria apresentaram ao governador os números que mostram a situação do Estado e o balanço do primeiro quadrimestre deste ano. De acordo com Hauly, uma série de medidas já foram e estão sendo tomadas para melhorar a arrecadação.
O principal problema, na opinião do secretário, não é a situação fiscal do Estado, mas os compromissos assumidos pelo governo anterior e aprovados pela Assembleia Legislativa, que se revertem em despesas permanentes, que somam R$ 1,5 bilhão ao ano.
O princípio básico do Paraná Competitivo é conceder incentivos apenas quando não prejudiquem a concorrência com empresas já instaladas no Estado. Hauly explicou que o desenho do programa levou em conta levantamento feito em todos os programas de incentivo aplicados nos últimos 30 anos, avaliando os benefícios e as consequências e impactos de cada uma das medidas tomadas. O importante, disse, é que os benefícios concedidos não prejudiquem as empresas paranaenses.