sábado, 15 de outubro de 2011

PAN GUADALAJARA 2011.Cielo passa mal, dá susto, mas deve competir neste domingo (16).

Nadador já se recuperou e vai nadar os 100 m livres na estreia em Guadalajara.
Cesar Cielo, o maior astro da natação brasileira, deu um susto em toda a delegação nesta sexta-feira (14), em Guadalajara. O nadador se sentiu mal, no período da tarde, e foi visto saindo do hospital no início da noite de ontem.
Segundo o R7 apurou, o caso não foi grave. A confirmação foi do superintendente da CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos), Ricardo de Moura. Ele também confirmou que o atleta permaneceu no hospital por 30 minutos.
O coordenador técnico da natação disse também que, por se tratar de um mal estar leve, Cielo deve cair na piscina pela primeira vez no Pan-Americano de Guadalajara neste domingo (16). A prova está prevista para as 22h.
A Rede Record transmitirá os Jogos Olímpicos de Londres-2012 com exclusividade na TV aberta brasileira, e também pela internet. A emissora também detém os direitos de transmissão dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara-2011 e Toronto-2015, e da Olimpíada do Rio de Janeiro-2016.

ESCÂNDALO! Alexandre Frota X Joana Machado.


Joana Machado vai ter que pagar parte do prêmio a Alexandre Frota, caso seja a grande vencedora da 4ª edição de A Fazenda, da Record, que termina na quarta-feira (12). Em conversa com o Fuxico, o diretor e empresário contou que a personal trainer tem um contrato com a empresa dele e entrou no reality show sem avisar. Segundo Frota, ele tem direito a 20% dos R$ 2 milhões do prêmio. Joana está na final com Monique Evans e Bruna Surfistinha:
“Ela (Joana) tem um contrato de 24 meses em vigência com a nossa empresa e não poderia ter assinado com outra empresa ou com a Record, sem nos comunicar”, disse ele, que no entanto aposta na vitória de Monique Evans.
Alexandre ainda afirmou que, antes de entrar no programa, Joana, que havia sido sondada para participar da terceira edição, fez um intensivo com ele em uma fazenda em Itu, no interior de São Paulo. Lá, a loira tirou leite da vaca, limpou os porcos, carregou esterco, assim como faz na atração.
Alexandre também não poupou críticas ao programa e ao apresentador Britto Jr.:
“As festas estão sem ritmo e o elenco sem expressão. Já assistimos o apresentador encerrar a votação e não dá nenhum minuto para a contabilização dos votos e logo anuncia o eliminado. Nessa edição, quem eu achei que iria para a Roça era o apresentador, só faltava isso, mas de novo ele se livrou", conclui Frota, que na primeira edição de A Fazenda, em 2008, trabalhou na produção como diretor artístico, deixando a Record no ano seguinte após se desentender com o diretor da atração.

Obra mau construída é derrubada pelos ventos fortes em Lidianópolis.

O relógio que é mais construido em nossa região tem um pequeno poblema não é seguro, mau construído e a construtora entra nas cidades como se fosem donos dela. O mais curioso é que não há autoridades para fiscalisar estas obras que são realisadas a nos municipios colocando as cidasdes em riscos e a população, podendo ficar sem energia elétrica pelas mas fiações,e o riscos que as pessoas coren a passar por perto desta construção.
Nós já publicamos matérias sobre este relógio sobre o horário de verão que não havia pessoas para faser a manutenção deste mesme..
Também Ficamos sabendo que o relógio do munícipio de Borrazópolis havia poblemas com placas de patrocinadores de ponta cabeça e foi publicado por nosso blog.
Mais antes do relógio de Lidianópolis cair Ficamos sabendo que o relógio do munícipio de Lunardelli também teria caido.
Pois devido estes fatos ainda tem munícipio deixando construir estes relógio como é o caso do munícipio de Jardim Alegre, que foi pelomenos é o que pareçe ser o ultimo que foi construido.
Porém sabemos que o construtor anda com uma pasta das obras realisadas nesses munícipios,será que ele também mostra quanto desastre causou este relógio e quantos ainda estão de ?.   

Araucária, Maringá e Paranaguá terão mutirões do Detran neste sábado.

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran) oferece neste sábado (15), em Araucária, Maringá e Paranaguá, 586 vagas para exames práticos de direção nas categorias A e B. O mutirão é parte de uma série de 21 que a autarquia faz desde o início do ano para atender os usuários que esperavam desde 2010 para fazer as provas. Em todo o Estado, já foram atendidas 7.969 pessoas em 3.865 exames teóricos e 4.104 testes práticos.

“No fim do ano passado, os candidatos esperavam mais de dois meses para realizar a prova. Hoje, este prazo não ultrapassa 15 dias. Isso significa que reduzimos em mais de 50 dias o tempo para conclusão dos processos”, diz o diretor-geral do Detran, Marcos Traad.

Segundo ele, a prioridade do Departamento é atender os usuários cujos processos estão há mais tempo no sistema. Os exames devem ser agendados previamente nos Centros de Formação de Condutores e só podem participar candidatos já qualificados para esta etapa do processo.

Dezenove cidades paranaenses receberam os mutirões: Araucária, Arapongas, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Colombo, Francisco Beltrão, Ivaiporã, Londrina, Maringá, Medianeira, Pato Branco, Palmas, Paranavaí, Ponta Grossa, Rolândia, Quedas do Iguaçu, Sarandi e Toledo.

Para outubro, estão previstos mais quatro mutirões, somando um total de 1.300 vagas para as cidades de Campo Mourão, Londrina, Ponta Grossa e Maringá.

SERVIÇO:

Mutirões de exames práticos de direção

Data: 15/10/2011 (sábado)

Horário: 8h às 17h

Endereços:

Araucária - Rua Nelson Pereira de Souza, 239

Maringá - Rodovia Sincler Sambatti km 01, s/nº

Paranaguá: Sambaqui – Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, 4444 - Parque São João.

Beto Richa assina convênio para construção de 783 moradias em Rolândia.

O governador Beto Richa assinou convênio para a construção de 783 casas populares do programa Morar Bem Paraná em Rolândia, na Região Norte. O valor do investimento é de aproximadamente R$ 30 milhões, com recursos do Governo do Estado, através da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Caixa Econômica Federal e município. O anúncio da contratação foi realizado na noite desta sexta-feira (14), durante a 24ͣ edição da Festa Oktoberfest em Rolândia.

“Estamos construindo um Estado melhor para se viver de forma humana, fraterna e socialmente mais justa. A prova disso é este anúncio de 783 novas moradias, que vão trazer um lar digno e qualidade de vida para a centenas de famílias”, disse Richa. Ele afirmou que a meta do governo é construir 27 mil casas por ano no Estado.

O governador ressaltou que o projeto de Rolândia é o maior convênio assinado neste ano em volume de recursos e número de unidades. “Isso só foi possível graças à boa parceria que existe entre os governos estadual, federal e municipal”, afirmou Richa. “Esse é o exemplo da importância de trabalharmos em conjunto. É desta forma que faremos as famílias paranaenses exercerem na plenitude sua cidadania”, disse.

O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Mounir Chaowiche, afirmou que a casa é o princípio do resgate social de uma família e que o governo Beto Richa ficará marcado na história do Paraná. “Ao anunciarmos estas casas provamos que estamos trabalhando em benefício das famílias mais necessitadas”, disse.

O prefeito Johnny Lehmann ressaltou o apoio que o governo do Estado está dando à cidade. “Rolândia está passando por um momento excepcional e a ajuda do governo chega em forma de creches, escolas, recape asfáltico, biblioteca e agora estas casas, que vão realizar o sonho de 783 famílias que ainda vivem em situação precária”, afirmou.

De acordo com o prefeito o início das obras está previsto para este ano, em quatro regiões do município. Serão construídas 190 novas unidades na região do Residencial Itália; 220 apartamentos no Jardim Monte Carlo; 30 unidades no Distrito de Nossa Senhora Aparecida (Bartira); e 343 casas próximas ao Parque Industrial Roland. Os apartamentos que são direcionados às famílias com renda entre 2 a 6 salários mínimos, o restante das casas serão ofertadas para moradores que se enquadram na faixa de 0 a 3 salários mínimos de renda.

O superintendente regional da Caixa Econômica, Claudemir Desto, afirmou que o banco está assinando convênios com a Cohapar para obras de habitação em todo o Estado. “Estamos nessa parceria porque há uma reciprocidade muito grande entre nós e o governo, trabalharemos juntos para transformar a vida dos paranaenses”, disse.

Participaram do evento o secretário Chefe da Casa Civil, Durval Amaral, o diretor geral do Detran, Marcos Traad, o presidente da Agência de Fomento do Paraná, Juraci Barbosa Sobrinho, os deputados Waldyr Pugliesi (estadual) e Alex Canziani (federal), e prefeitos da região.

Oktoberfest - Além de ter anunciado investimentos para o setor da habitação em Rolândia, o governador Beto Richa prestigiou a 24ª edição da Oktoberfest do município - a terceira maior festa da cultura germânica do sul do País. De acordo com o prefeito Lehmann, a presença de Richa foi marcante porque foi o primeiro registro da participação de um governador no evento.

A festa é realizada no Complexo Esportivo Emílio Gomes, uma estrutura com mais de trinta mil metros quadrados que abriga três pavilhões cobertos e restaurantes. A festa atrai para a cidade cerca de 80 mil visitantes por ano durante os dez dias.

Morar Bem Paraná - O programa define a nova política habitacional do Estado e tem como meta atender a 100 mil famílias paranaenses nos próximos quatro anos. O programa abrange medidas de regularização fundiária, o financiamento para construção de novas unidades e a melhoria de moradias urbanas e rurais.

O Morar Bem Paraná é viabilizado por meio de cooperação técnica da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) com a Caixa Econômica Federal. Os recursos são provenientes do governo Federal, através do programa Minha Casa, Minha Vida.O governador Beto Richa assinou convênio para a construção de 783 casas populares do programa Morar Bem Paraná em Rolândia, na Região Norte. O valor do investimento é de aproximadamente R$ 30 milhões, com recursos do Governo do Estado, através da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Caixa Econômica Federal e município. O anúncio da contratação foi realizado na noite desta sexta-feira (14), durante a 24ͣ edição da Festa Oktoberfest em Rolândia.

“Estamos construindo um Estado melhor para se viver de forma humana, fraterna e socialmente mais justa. A prova disso é este anúncio de 783 novas moradias, que vão trazer um lar digno e qualidade de vida para a centenas de famílias”, disse Richa. Ele afirmou que a meta do governo é construir 27 mil casas por ano no Estado.

O governador ressaltou que o projeto de Rolândia é o maior convênio assinado neste ano em volume de recursos e número de unidades. “Isso só foi possível graças à boa parceria que existe entre os governos estadual, federal e municipal”, afirmou Richa. “Esse é o exemplo da importância de trabalharmos em conjunto. É desta forma que faremos as famílias paranaenses exercerem na plenitude sua cidadania”, disse.

O presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Mounir Chaowiche, afirmou que a casa é o princípio do resgate social de uma família e que o governo Beto Richa ficará marcado na história do Paraná. “Ao anunciarmos estas casas provamos que estamos trabalhando em benefício das famílias mais necessitadas”, disse.

O prefeito Johnny Lehmann ressaltou o apoio que o governo do Estado está dando à cidade. “Rolândia está passando por um momento excepcional e a ajuda do governo chega em forma de creches, escolas, recape asfáltico, biblioteca e agora estas casas, que vão realizar o sonho de 783 famílias que ainda vivem em situação precária”, afirmou.

De acordo com o prefeito o início das obras está previsto para este ano, em quatro regiões do município. Serão construídas 190 novas unidades na região do Residencial Itália; 220 apartamentos no Jardim Monte Carlo; 30 unidades no Distrito de Nossa Senhora Aparecida (Bartira); e 343 casas próximas ao Parque Industrial Roland. Os apartamentos que são direcionados às famílias com renda entre 2 a 6 salários mínimos, o restante das casas serão ofertadas para moradores que se enquadram na faixa de 0 a 3 salários mínimos de renda.

O superintendente regional da Caixa Econômica, Claudemir Desto, afirmou que o banco está assinando convênios com a Cohapar para obras de habitação em todo o Estado. “Estamos nessa parceria porque há uma reciprocidade muito grande entre nós e o governo, trabalharemos juntos para transformar a vida dos paranaenses”, disse.

Participaram do evento o secretário Chefe da Casa Civil, Durval Amaral, o diretor geral do Detran, Marcos Traad, o presidente da Agência de Fomento do Paraná, Juraci Barbosa Sobrinho, os deputados Waldyr Pugliesi (estadual) e Alex Canziani (federal), e prefeitos da região.

Oktoberfest - Além de ter anunciado investimentos para o setor da habitação em Rolândia, o governador Beto Richa prestigiou a 24ª edição da Oktoberfest do município - a terceira maior festa da cultura germânica do sul do País. De acordo com o prefeito Lehmann, a presença de Richa foi marcante porque foi o primeiro registro da participação de um governador no evento.

A festa é realizada no Complexo Esportivo Emílio Gomes, uma estrutura com mais de trinta mil metros quadrados que abriga três pavilhões cobertos e restaurantes. A festa atrai para a cidade cerca de 80 mil visitantes por ano durante os dez dias.

Morar Bem Paraná - O programa define a nova política habitacional do Estado e tem como meta atender a 100 mil famílias paranaenses nos próximos quatro anos. O programa abrange medidas de regularização fundiária, o financiamento para construção de novas unidades e a melhoria de moradias urbanas e rurais.

O Morar Bem Paraná é viabilizado por meio de cooperação técnica da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) com a Caixa Econômica Federal. Os recursos são provenientes do governo Federal, através do programa Minha Casa, Minha Vida.

Estado contribuirá com R$ 300 milhões para obras do metrô de Curitiba.

O governador Beto Richa, a presidente Dilma Rousseff e o prefeito Luciano Ducci anunciaram oficialmente nesta quinta-feira (13) uma parceria para implantar a primeira etapa do metrô em Curitiba, orçado em R$ 2,250 bilhões. O projeto terá R$ 1 bilhão em recursos do Orçamento Geral da União, a fundo perdido. O governo federal também financiará R$ 750 milhões, que serão assumidos pelo governo estadual (R$ 300 milhões) e pelo município (R$ 450 milhões). Uma parceria público-privada (PPP) irá completar os R$ 500 milhões restantes.

Richa lembrou a evolução do transporte público em Curitiba e disse que a conquista do metrô atende a necessidade de implantação de um transporte de massa ainda mais moderno e de alta tecnologia na cidade. O governador também destacou o bom relacionamento do Estado com o governo federal. “Muitas coisas ainda serão anunciadas como resultado desta parceria que temos feito com o governo federal em várias áreas e que repetimos no relacionamento com os 399 municípios, sem discriminação ou picuinhas”, disse Richa.

O governador comentou os projetos em andamento nas áreas de habitação, segurança e construção de presídios, os projetos para ampliação e modernização do porto e implantação de uma ferrovia entre Maracajú, no Mato Grosso do Sul, e o porto de Paranaguá. “Temos grandes parcerias e grandes anúncios para fazer em breve, trazendo avanços e conquistas para Curitiba e para o Paraná”, afirmou.

A presidente Dilma Roussef elogiou a qualidade do projeto do metrô de Curitiba, destacando que promove integração entre os modais de transporte e aumenta a acessibilidade dos usuários, com a tarifa única. Segundo ela, é um dos melhores projetos de transporte público do Brasil. A presidente também disse que é motivo de orgulho ter a cidade como referência mundial em projetos de transporte de massa. “É fundamental o reconhecimento da Rede Integrada de Transporte de Curitiba como modelo de reestruturação do transporte urbano para grandes cidades”, disse a presidente.

COOPERAÇÃO - Dilma Rousseff também manifestou a preocupação do governo federal com a questão urbana e o transporte de massa e a necessidade da cooperação entre os governos para resolver questões que exigem grandes investimentos. “Queremos que as pessoas continuem comprando seus carros, mas que o transporte individual não seja o principal meio de locomoção”, disse ela.

Para o prefeito Luciano Ducci, o anúncio da parceria para a implantação do metrô entra para a história de Curitiba. “É o dia em que nós, curitibanos, conquistamos o nosso metrô. Uma grande vitória, um grande avanço. Um sonho que agora vira realidade”, disse Ducci. “Este dia é histórico, também, porque o metrô representa o maior investimento já feito num único projeto nesses 318 anos de história da nossa cidade: R$ 2,250 bilhões. Um investimento bilionário, conquistado com uma grande parceria entre a Prefeitura de Curitiba, o Governo do Paraná e o Governo Federal”, afirmou Ducci.

REDUÇÃO DE CUSTOS – Para reduzir o custo do empreendimento, o governo estadual estuda conceder isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as obras. Para o secretário estadual do Planejamento, Cassio Taniguchi, a medida pode contribuir para baratear a tarifa do metrô. “Estamos estudando o assunto, mas é possível que o governo realize algum incentivo nesse sentido, que poderá desonerar os gastos nas obras e as passagens”, garante o secretário.

LINHA AZUL – A primeira linha do Metrô Curitibano é a Linha Azul começará a ser construída em 2012, ligando o extremo sul da cidade (CIC), ao norte (Santa Cândida). O trecho inicial terá 14,2 quilômetros de extensão, ligando o extremo sul ao centro da cidade. Serão 13 estações desde a CIC-Sul, próximo à Rua Nicola Pelanda, até a Rua das Flores, no Centro. A obra vai gerar cerca de dois mil empregos.

A primeira etapa do metrô vai atender 400 mil usuários e substituirá 110 ônibus que rodam 20 quilômetros por dia, medida que reduzirá em milhares de toneladas a emissão de gases do efeito estufa. Nas atuais canaletas dos biarticulados será construído um parque linear, com ciclovias e áreas verdes para a prática de esporte. A frota terá 18 trens, compostos por cinco carros cada, com capacidade para transportar 1.450 passageiros por viagem.

Curitiba foi escolhida pelo governo federal para receber o investimento por ter apresentado um projeto estruturante, relacionado com os Planos Diretor e de Mobilidade Urbana e por possibilitar a integração com outros modais e também com a Região Metropolitana de Curitiba. “Recebemos um projeto de qualidade e com informações relevantes, o que possibilitou a vinda dos recursos para o Paraná. Um dos melhores projetos do Brasil”, afirmou a presidente Dilma.

A solenidade em Curitiba teve a presença dos ministros das Cidades, Mario Negromonte; do Planejamento, orçamento e Gestão, Miriam Belchior; da Casa Civil, Gleisi Hoffmann; e das Comunicações, Paulo Bernardo; além de diversos deputados federais paranaenses; deputados estaduais; vereadores; secretários de estado; do presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec) e prefeito de Colombo, J. Camargo, e do prefeito de São José dos Pinhais, Ivan Rodrigues.

Paraná amplia valores e prazos para concessão de microcrédito.

A Agência de Fomento do Estado do Paraná (Fomento Paraná) ampliou em 50% os limites e os prazos em todas as faixas de concessão de crédito do Programa Microcrédito Banco Social. A partir de agora, o valor máximo de financiamento do microcrédito passa de R$ 10 mil para R$ 15 mil e o prazo para pagamento aumenta para até 36 meses.

A medida beneficia desde o empreendedor que precisa de apoio para dar início a uma atividade até aquele que está em fase de consolidação do negócio ou planeja expandir as atividades e para isso precisa de crédito para capital de giro, investimento fixo ou investimento misto.

De acordo com o presidente da Fomento Paraná, Juraci Barbosa Sobrinho, o reajuste das faixas de crédito demonstra a boa vontade da administração estadual em contribuir para a expansão da atividade dos micro e pequenos empreendedores. “Esta medida é mais uma demonstração do jeito do governador Beto Richa de governar o Paraná, apoiando o setor produtivo, para melhorar a renda e garantir a criação de empregos”, afirma.

“Não podemos esquecer da grande contribuição das microempresas para a economia do Brasil e do Paraná. É o segmento que mais cria empregos”, completa o secretário da Fazenda Luiz Carlos Hauly. Ele aponta a oferta de crédito como fator fundamental para a consolidação dos pequenos empreendimentos.

PROGRAMA DE REFERÊNCIA — O objetivo do governo com o reajuste dos limites e prazos é manter o Programa Microcrédito, que recentemente completou 10 anos, como referência em crédito nesse segmento. Nesse período foram liberados mais de R$ 132 milhões, que atenderam 35 mil empreendimentos, responsáveis por 227 mil empregos.

A concessão de crédito do Banco Social estava limitada a R$ 10 mil desde 2007. Desde então, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Fipe) variou 23,4% e o Custo Unitário Básico (CUB), usado no setor da construção civil, cresceu 42,8%.

Para obter recursos do microcrédito, o empreendedor deve ter faturamento anual máximo de R$ 360 mil. A taxa de juros dos financiamentos é de aproximadamente 12% ao ano e não é cobrada Taxa de Abertura de Crédito (TAC).

NOVAS FAIXAS DE FINANCIAMENTO DO MICROCRÉDITO

FAIXA A - INÍCIO DE ATIVIDADE

Capital de giro – de R$ 700,00 para R$ 1.000,00

Pagamento – de 6 para 9 meses

Investimento fixo – de R$ 2.000,00 para R$ 3.000,00

Pagamento – de 18 para 24 meses

Investimento misto – de R$ 2.000,00 para R$ 3.000,00

pagamento – de 12 para 18 meses

FAIXA B – CONSOLIDAÇÃO DO NEGÓCIO

Capital de giro – de R$ 2.000,00 para R$ 3.000,00

Pagamento – de 6 para 9 meses

Investimento fixo – de R$ 5.000,00 para R$ 7.500,00

Pagamento – de 18 para 24 meses

Investimento misto – de R$ 5.000,00 para R$ 7.500,00

Pagamento – de 12 para 18 meses

FAIXA C – EXPANSÃO DA ATIVIDADE

Capital de giro – de R$ 3.000,00 para R$ 4.500,00

Pagamento – de 6 para 12 meses

Investimento fixo – de R$ 10.000,00 para R$ 15.000,00

Pagamento – de 24 para 36 meses

Investimento misto – de R$ 10.000,00 para R$ 15.000,00

Pagamento – de 18 para 24 meses.

Beto Richa ressalta cooperação para combate à pobreza no Sul.

O governador Beto Richa ressaltou nesta sexta-feira (14/10), em Porto Alegre, que a cooperação entre os Estados do Sul do país é fundamental para a realização de ações de combate à pobreza e à miséria. “Unidos podemos produzir os resultados que o país espera para a redução das desigualdades”, afirmou o governador.

Richa participou na capital gaúcha do lançamento do Plano Brasil Sem Miséria na Região Sul, do governo federal, e assinou com a presidente Dilma Rousseff e os governadores Tarso Genro (RS) e Raimundo Colombo (SC) o Pacto Sul do programa para combate à pobreza. “O Paraná tem, historicamente, criado importantes instrumentos de resgate e assistência social. Nesta gestão, estamos lançando o Família Paranaense”, disse o governador.

Segundo ele, o programa estadual e o federal são complementares e já há entendimentos entre o Governo do Paraná e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para utilizar as ações previstas no projeto paranaense em favor das famílias brasileiras em vulnerabilidade social.

A presidente Dilma Rousseff explicou a importância dos projetos de resgate da cidadania nos três estados, que contabilizam 716 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social, e fez um balanço das ações do governo federal de combate à pobreza no País. “Já tiramos da pobreza uma população equivalente à da Argentina, elevando 40 milhões de pessoas à classe média", disse.

O acordo assinado pelos governadores dos Estados do Sul e o governo federal prevê a compra de sementes da agricultura familiar para distribuir a agricultores muito pobres, principalmente indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária. Serão adquiridas 53,5 toneladas de sementes de milho de 400 agricultores familiares de três cooperativas: Coarpa, de Santa Catarina, Bionatur, do Rio Grande do Sul, e Coofaeco, do Paraná.

O governador paranaense destacou que no Estado o fortalecimento da agricultura familiar é uma das prioridades. Ele afirmou que o Paraná tem programas importantes nesta área, como a Fábrica do Agricultor e o Armazém da Família. “O programa Fábrica do Agricultor tem um histórico de sucesso, como benefícios diretos hoje para mais de três mil famílias de agricultores”, disse Richa.

Outra medida anunciada em Porto Alegre foi a adesão de supermercados da região Sul a um programa de compras da produção da agricultura e da agroindústria familiar. “Com esse projeto, todos ganham. Por um lado, aumenta a produção no campo, com produtos de boa qualidade, e os supermercados podem oferecer alimentos diversificados. Por outro, a população tem acesso a mais alimentos, bons e com preços mais baixos”, argumenta a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

REINSERÇÃO – Com o objetivo de desenvolver uma agenda conjunta com o governo federal, o Estado lançará o programa Família Paranaense para fortalecer as políticas sociais e reduzir o número de paranaenses em situação de pobreza extrema. Com a implementação de um conjunto de ações de reinserção social, o programa quer diminuir o grau de vulnerabilidade social de cerca de 100 mil famílias. Elas terão acesso prioritário à políticas sociais para que alcancem autonomia profissional e financeira para não precisar de programas oficiais de assistencialismo.

A intenção é que as famílias beneficiadas recebam mensalmente R$ 50 por mês em alimentos por um período de dois anos, tenham acesso a cursos educativos e profissionalizantes, a microcrédito, programas de economia solidária, qualificação profissional para jovens, acompanhamento no programa Mãe Paranaense e recebam melhorias nas condições habitacionais (construção de casas, pavimentação, esgoto, água, titulação da terra). Inicialmente, os municípios contemplados serão os com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e com grandes concentrações de favelas e áreas de risco habitacional.

INVESTIMENTOS – O Governo do Paraná o prevê o investimento de R$ 170 milhões em políticas públicas, nas áreas de assistência social, habitação, educação, saúde e agricultura, para ajudar a melhorar os indicadores de desenvolvimento humano. Os recursos serão 60% do Banco Interamericano de Desenvolvimento (Bid) e 40% do Estado.

Na capital, um programa semelhante foi realizado para atender a população em situação de pobreza extrema. O Família Curitibana foi lançado em 2009 e atualmente participam 2.555 famílias. A previsão é de aumentar mais duas mil famílias em 2011 e até 2012 atingir a meta de intervenção integrada de proteção social de 7.000 famílias.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Explosão no Centro do Rio deixou 3 mortos e 17 feridos.

Bombeiro diz que lanchonete onde houve explosão não podia usar gás.

Comandante diz que prédio não poderia ter 'utilização de gás combustível'.

O comandante do Corpo de Bombeiros e secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, afirmou que a lanchonete onde houve uma explosão na manhã desta quinta-feira (13), no Centro do Rio de Janeiro, não tinha autorização para utilizar gás combustível e não tinha todos os papéis necessários para seu funcionamento.
Segundo ele, nenhum estabelecimento no prédio tinha autorização para usar cilindros de gás. "O laudo emitido pelo Corpo de Bombeiros, datado de agosto de 2010, não autorizava o uso de cilindros no prédio, era proibido", afirmou Simões, acrescentando que até o início da tarde desta quinta-feira (13) foram encontrados três botijões de gás no local e bombeiros buscam mais quatro cilindros no prédio.
Segundo o comandante, o condomínio entregou um projeto aos bombeiros para regularizar a segurança contra incêndio. Em agosto de 2010, a corporação emitiu um laudo de restrições. A partir daí, segundo Simões, cada loja deveria solicitar o certificado de aprovação para funcionar. Segundo Simões, no entanto, o restaurante não solicitou o documento e não poderia funcionar no edifício comercial.
“A edificação não foi aprovada para utilização de gás combustível, seja sob a forma de cilindros de GLP ou canalizado de rua, não sendo admitido abastecimento de qualquer tipo de gás combustível sem prévia autorização pela DGST", diz o laudo dos bombeiros. DGST é a sigla da Diretoria Geral de Serviço Técnico, um departamento do Corpo de Bombeiros.
Simões informou ainda que a fiscalização nesse caso é feita através denúncias. Ele acredita que a causa mais provável da explosão tenha sido um vazamento de gás em cilindros. A Companhia Distribuidora de Gás do Rio (CEG) informou, por meio de nota, que "desde 1961 não fornece gás canalizado para o prédio". Funcionários da lanchonete relataram ter percebido o cheiro do vazamento antes do acidente.

Três mortos
A explosão deixou três mortos e 17 feridos. Os mortos foram identificados como Matheus Macedo de Andrade, de 19 anos, o chef de cozinha da lanchonete Filé Carioca, Severino Antônio, e o sushiman Josimar. A explosão destruiu estabelecimentos e imagens registradas logo após o acidente mostram a praça tomada pela poeira e fumaça. Por causa do trabalho de resgate e de limpeza, vias no entorno da Praça Tiradentes foram interditas (veja lista abaixo).
Em vistoria nesta manhã ao prédio, o comandante dos Bombeiros lembrou que na quarta-feira foi feriado e, com a ausência de atividade na lanchonete, o gás pode ter se acumulado. "Hoje pela manhã, na abertura das lojas, esse gás encontrou fonte de ignição e a velocidade de queima é muito grande", avaliou o comandante.
"Por conta disso, a violência da explosão comprometeu vigas estruturantes do prédio. A Defesa Civil está fazendo uma avaliação sobre as providências que devem ser tomadas", completou Simões, que não descarta a hipótese de haver vítimas sob escombros no local.
O comandante dos bombeiros acredita que o prédio deva ficar interditado por pelo menos mais dois dias, já que todo o primeiro andar e o subsolo foram comprometidos de maneira extensa. "As vigas que sustentam os pilares foram quase totalmente comprometidas. Agora é um trabalho de engenharia. Primeiramente, eliminando todas as partes instáveis que ainda causam riscos aos bombeiros", avaliou Simões.
A destruição causada pela explosão impressionou os envolvidos no resgate. “É um cenário de guerra. Parece que a gente está no Iraque. É uma coisa espantosa, inacreditável. Pessoas foram arremessadas”, disse o cabo Dielson da Silva Evangelista.
Interdições de imóveis
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, esteve no local nesta manhã informou que, até que seja finalizado o trabalho, os imóveis no entorno ficarão interditados. No local, além do prédio onde fica a lanchonete, há um hotel e um prédio residencial. “Vamos trabalhar com a possibilidade de risco zero. A área só será liberada depois que a Defesa Civil e técnicos disseram que não há risco de desabamento”, disse Paes.
O presidente em exercício do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio de Janeiro(Crea-RJ), Cleyton Guimarães, disse, em entrevista à Globo News, que nenhum risco de desabamento imediato foi detectado, já que houve a preservação das estruturas principais do prédio. "A explosão foi muito grave, muito intensa, a gente pode observar pelo deslocamento de materiais e pelo número de feridos", avalia.
Para Guimarães, a hipótese mais provável é mesmo a explosão de gás que vazou de cilindros. "Certamente é uma explosão advinda de gás acumulado. Mas precisamos agora também verificar qual é a origem desse gás. A CEG nos informa que não há de fato gás canalizado na região”, disse Guimarães.
“Tivemos informações também que um jornaleiro alertou com relação ao cheiro forte de gás que existia no local. Mas ainda vamos aguardar, nós também vamos fazer a nossa perícia, com um especialista nossa em cálculo estrutural, uma avaliação também de patologia de concreto para termos também uma confirmação e darmos uma contribuição aos nossos colegas da Defesa Civil”, disse o presidente em exercício do Crea-RJ.
O localA lanchonete Filé Carioca, que ficou totalmente destruída pela explosão, funcionava em um prédio de onze andares. Com o impacto da explosão, oito andares foram atingidos. O local fica na Praça Tiradentes, na Rua da Carioca, a 30 metros de um posto da Polícia Militar.
Uma funcionária da lanchonete contou que ela e mais três funcionários sentiram um forte cheiro de gás ao chegar à lanchonete pela manhã. O chef de cozinha teria dito, então, para eles saírem do local. Pouco depois, houve a explosão e os três corpos foram arremessados a pelo menos 10 metros da lanchonete.
FeridosPelo menos 40 bombeiros do quartel Central foram deslocados para socorrer as vítimas. De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, 17 pessoas ficaram feridas, sendo três em estado grave - dois com traumatismo craniano e um com traumatismo abdominal. Por volta das 11h30, seis pessoas tinham recebido alta. Entre os feridos, 16 foram encaminhados para o Hospital Souza Aguiar e um dos feridos foi levado para o Hospital Miguel Couto.
mapa do local da explosão (Foto: Arte / G1)
Sem gás canalizado
A Companhia Distribuidora de Gás do Rio (CEG) disse, por meio de nota, que "desde 1961 não fornece gás canalizado para o prédio em que houve a explosão". A Companhia informou ainda que "foi acionada pelo Corpo de Bombeiros às 7h42 e que desde as 8h está no local, por medida de prevenção e segurança, e para prestar toda colaboração na identificação das causas do acidente".
Procurada pelo G1, a assessoria da Light informou que o fornecimento de energia é normal e que não tem qualquer responsabilidade no incidente.
InterdiçõesO Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que foram interditadas as ruas Visconde de Rio Branco (na altura da Praça Tiradentes), da Carioca, da Assembleia, Avenida República do Paraguai (em frente à Rua Evaristo da Veiga, em direção à Rua da Carioca) e uma faixa da Rua do Lavradio (na altura da Avenida República do Chile).
Equipes da Prefeitura, como agentes da CET-Rio, Guarda Municipal e Comlurb, além de Bombeiros e Policiais Militares estavam no local, que permanecia isolado.
Como alternativa, os motoristas que circulam pelo Centro podem utilizar as avenidas Rio Branco, Almirante Barroso, República do Chile, além das ruas do Lavradio, do Senado, Vinte de Abril e Avenida Mem de Sá.

FONTE: G1- RIO DE JANEIRO.

Empossada nova diretoria do Conselho Antidrogas do Paraná.

A criação e o fortalecimento dos conselhos municipais estão entre as principais metas da nova diretoria do Conselho Estadual Antidrogas do Paraná (Conead), empossada nesta terça-feira (11) pela secretária da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Paraná, Maria Tereza Uille Gomes.

Representantes de 20 instituições paranaenses compõem a nova diretoria, nomeada pelo governador Beto Richa, com mandato até 2012, e que terá a tarefa de retomar as atividades do Conselho. A entidade estava sem diretoria desde 20 de agosto de 2010.

Maria Espéria Costa Moura, representante do Ministério Público do Paraná, assumiu a presidência do Conead, afirmando que um dos maiores problemas é a ausência de informação, de indicadores e de dados sobre a questão das drogas no Paraná. Ela defende a necessidade de uma pesquisa sobre os crimes graves envolvendo o álcool e outras drogas no Estado, além de desenvolver trabalhos de observação e acompanhar a evolução do uso dessas substâncias, a partir de um trabalho em conjunto com as universidades estaduais.
“O principal desafio é suprir a sociedade com políticas públicas nessa área. Para isso, é preciso articular ações em relação à prevenção e à saúde dos usuários, constituir os conselhos municipais e trabalhar para a redução da oferta de drogas, com repressão ao tráfico no Estado”, afirma Maria Espéria.

O Conead atua como instância de assessoramento ao Governo do Estado na definição de estratégias globais do Sistema Estadual Antidrogas. Por isso, sua atuação se dá de forma articulada com a Coordenadoria Estadual Antidrogas, vinculada à Secretaria da Justiça.

O trabalho junto ao Conead é fundamental, afirma Jorge Pilotto, coordenador Estadual Antidrogas. “O Conead é um organismo intersetorial, intersecretarial e interinstitucional, com representação dos órgãos governamentais e não governamentais, responsáveis pela formulação e implementação das políticas públicas das áreas sociais com responsabilidade direta nas questões relativas às drogas”, destaca.

“Nossa metodologia de trabalho se baseia no trabalho em rede, na importância do apoio das outras secretarias estaduais, das entidades da sociedade civil organizada e das empresas públicas e privadas. Tudo visando o fim comum de fazer com que as ações do poder público, especialmente no campo da prevenção, se multipliquem para todo o Paraná”, conclui Pilotto.

MEMBROS – O novo Conselho é integrado pelos seguintes representantes, titulares e suplentes: Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos – Carlos Alberto Peixoto Baptista e Jorge Pilotto; Secretaria da Educação - Maurício Rosa e Luiz Aparecido Balan; Secretaria da Saúde - Débora de Farias Guelfi e Débora Larcher de Carvalho; Polícia Militar do Paraná - Ten. Cel. Douglas Sabatini Dabul e Cap. Dalton Gean Perovano; Polícia Civil do Paraná - Ricardo de Miranda Monteiro e Maria Cristina Venâncio; Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Elaine Teresa Gomes de Oliveira e Carla Maria Canalle Pagnossim; Secretaria do Trabalho, Emprego e Economia Solidária - Maria Leonor Zanella e João Edison de Miranda; Secretaria do Esporte - João Guilherme Gatti e Wilson Galvão de Oliveira; Ministério Público do Paraná - Maria Esperia Costa Moura e Paulo Sergio Markowicz de Lima; Poder Judiciário do Paraná - Elizabeth de Fátima Calmom de Passos e Luciane do Rocio Custódio Ludovico; Associação Médica do Paraná - Luiz Renato Carazzai e Fabiano Sponholz de Araujo; Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Paraná - Gustavo Swain Kfouri e Raquel de Jesus Silva Rebello; Conselho Regional de Psicologia - Dionísio Banaszewski e Anaides Pimentel da Silva Orth; Universidade Federal Paraná - Roberto Ratzke e Araci Asinelli da Luz; Conselho Regional de Serviço Social - Mirian Zampiri dos Santos e Sueli Preidum de Almeida Coutinho; Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná - Roger de Azevedo Costa Pereira e Fernando César Borba de Oliveira; Associação Comercial do Paraná - Niazy Ramos Filho e Luiz Berlim Junior; Associação dos Municípios do Paraná - Valdinei Peloi e Walter Juliano Dória; Sindicato de Estabelecimentos Particulares de Ensino do Paraná - Rosalba da Silva Machado e Gisele Balassa da Silva; Comunidades Terapêuticas - Marcos Aurélio Pinheiro e Lori Massolin Filho.