segunda-feira, 20 de junho de 2011
Segurança
Beto Richa entrega obra e viaturas para a Polícia Militar da região Norte.
O governador Beto Richa inaugurou nesta sexta-feira uma trincheira sob a linha férrea que atravessa a cidade de Cambé. Ele entregou dezenove viaturas para reforçar a ação da Polícia Militar nos municípios da região norte. Segundo o governador, mesmo com as dificuldades financeiras do estado, o investimento em segurança nunca parou.Construída em um movimentado entroncamento urbano, a trincheira era uma reivindicação de décadas do município e vai beneficiar uma comunidade onde vivem aproximadamente vinte mil pessoas. O governador enfatizou que a obra vai garantir mais segurança aos moradores, além de fazer a ligação entre importantes regiões.Com investimento de três milhões e oitocentos mil reais a passagem vai desviar o tráfego de veículos do atual cruzamento entre as avenidas Curitiba e Belo Horizonte, o pátio de manobras e a linha de trens da empresa América Latina Logística . Para o secretário da Casa Civil, Durval Amaral, a obra vai unir as comunidades e dar segurança para toda a região.Para o prefeito de Cambé, João Pavinato, a entrega da trincheira é um momento histórico. De acordo com ele a obra pertence ao povo e é um sinal de vida para a comunidade. Ao entregar 19 novas viaturas para a Polícia Militar, o governador Beto Richa disse que o trabalho dedicado dos policiais civis e militares, somado ao planejamento e aos novos investimentos do governo estadual, já apresenta resultados sensíveis na redução da criminalidade. Para o secretário de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, o trabalho que vem sendo realizado já promoveu a redução no número de homicídios no Estado, interrompendo uma curva histórica de crescimento.Os veículos foram entregues foram entregues ao quinto Batalhão da Polícia Militar e serão utilizados na segurança pública em oitenta e nove municípios da região de Londrina, onde vive uma população de um milhão e seiscentas mil pessoas.Saúde
Paraná é o Estado que mais vacinou contra a poliomielite.
O secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, acompanhou a vacinação sábado (19) na Unidade de Saúde Jardim das Graças, em Colombo. “A vacinação é importante para continuarmos mantendo o vírus da poliomielite longe do Estado. Com uma boa cobertura vacinal diminuem as chances de o vírus voltar a circular”, afirmou.
O superintendente de vigilância em saúde, Sezifredo Paz, lembra que a vacina está disponível em todas as unidades básicas de saúde e em postos volantes organizados pelos municípios. Os pais podem levar seus filhos para receber a dose da gotinha até o fim do mês.
Para incentivar a vacinação a Prefeitura de Colombo preparou uma grande estrutura na Unidade de Saúde Jardim das Graças. Uma cama elástica e piscina de bolinhas foram instaladas para que as crianças pudessem se divertir. Também houve apresentação da equipe Teatro de Fantoches “Quem tem medo de dentista?”. “É um investimento na saúde. Estamos protegendo o futuro das nossas crianças. É importante ressaltar o grande apoio que recebemos do governo estadual em nossas ações”, disse o prefeito José Antonio Camargo.
William Ribeiro, pai das pequenas Bianca e Beatriz, diz que sempre leva suas filhas para serem vacinadas “Eu participo de todas as campanhas, pois sei que é muito importante para a saúde delas”.
Para Joyce Cristina, mãe de Yasmin Cristina, a vacinação é essencial para garantir a saúde das crianças “Fico mais tranquila em saber que ela está imunizada” explicou.
A DOENÇA – A poliomielite é uma doença infecciosa e altamente contagiosa. Ela afeta o sistema nervoso central e leva a pessoa a ter paralisia com deformidades, podendo levar a morte. A transmissão ocorre via fezes de pessoas contaminadas, vias respiratórias, ou alimentos e água contaminada.
Devido às campanhas de vacinação realizadas desde a década de 80, a poliomielite foi erradicada no Brasil. No entanto, ainda há registros da doença em países da África e da Ásia. No Paraná o último caso da doença foi diagnosticado em 1986, na região metropolitana de Curitiba.
Emprego
Paraná gera 16,7 mil novos empregos formais e já tem saldo de 91 mil no ano
O Paraná teve um saldo de 16.789 novos empregos com carteira assinada em maio, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Ministério do Trabalho. Com isso, manteve-se líder na geração de postos de trabalho na região Sul e consolida-se entre os quatro estados que mais geram empregos, juntamente com São Paulo (86.737), Minas Gerais (56.977) e Rio de Janeiro (18.603).
O resultado do Paraná – apurado com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – é 0,68% maior que o apresentado no mês anterior, O interior do Estado foi responsável por cerca de um quarto das contratações (12.480), enquanto a região metropolitana de Curitiba gerou 4.309 postos, alta de 0,43%.
Com os resultado de maio, subiu para 91.039 o número de novas vagas formais de trabalho nos cinco primeiros meses do ano no Paraná. O aumento em relação ao mesmo período de 2010 foi de foi de 3,82%, acima do registrado no Brasil (3,26%).
SETORES – Entre os setores, a indústria foi a que mais contratou em maio no Paraná: saldo de 4.786 postos de trabalho e aumento de 0,7% em relação a abril. O comércio gerou 2.894 novos empregos, crescimento de 0,51% comparado ao mês passado.
O setor de serviços contratou 3.734 novos trabalhadores, alta de 0,44%. A agropecuária gerou 1.342 empregos (+1,22%), a extrativa mineral (51 empregos), a administração pública (158) e os serviços industriais de utilidade pública (62).
A construção civil aparece em destaque com 3.762 novos postos no mercado formal, resultado 2,8% maior que o apresentado no mês anterior. Para analistas, o crescimento do mercado de trabalho no setor da construção civil é um bom sinal para toda a economia.
O secretário estadual do Trabalho, Luiz Claudio Romanelli, diz que o quadro revelado pelo Caged é sentido diariamente nas Agências do Trabalhador. “As agências oferecem diariamente mais de 1,2 mil vagas de emprego com carteira assinada em todo o Paraná, cerca de 700 oportunidades só em Curitiba”, aponta.
Romanelli avalia que o Paraná deve se manter em 2011 entre os líderes nacionais na geração de empregos. “O bom desempenho paranaense se deve, entre outros fatores, à qualificação profissional, à atração de novos investimentos e ao maior salário mínimo regional do País”, afirma.
Em todo o Brasil o Ministério do Trabalho verificou a geração de 252.067 empregos em maio, crescimento de 0,69% em relação a abril. De janeiro a maio, o saldo de contratações chegou a 1.171.796.
O Paraná teve um saldo de 16.789 novos empregos com carteira assinada em maio, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (20) pelo Ministério do Trabalho. Com isso, manteve-se líder na geração de postos de trabalho na região Sul e consolida-se entre os quatro estados que mais geram empregos, juntamente com São Paulo (86.737), Minas Gerais (56.977) e Rio de Janeiro (18.603).
O resultado do Paraná – apurado com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – é 0,68% maior que o apresentado no mês anterior, O interior do Estado foi responsável por cerca de um quarto das contratações (12.480), enquanto a região metropolitana de Curitiba gerou 4.309 postos, alta de 0,43%.
Com os resultado de maio, subiu para 91.039 o número de novas vagas formais de trabalho nos cinco primeiros meses do ano no Paraná. O aumento em relação ao mesmo período de 2010 foi de foi de 3,82%, acima do registrado no Brasil (3,26%).
SETORES – Entre os setores, a indústria foi a que mais contratou em maio no Paraná: saldo de 4.786 postos de trabalho e aumento de 0,7% em relação a abril. O comércio gerou 2.894 novos empregos, crescimento de 0,51% comparado ao mês passado.
O setor de serviços contratou 3.734 novos trabalhadores, alta de 0,44%. A agropecuária gerou 1.342 empregos (+1,22%), a extrativa mineral (51 empregos), a administração pública (158) e os serviços industriais de utilidade pública (62).
A construção civil aparece em destaque com 3.762 novos postos no mercado formal, resultado 2,8% maior que o apresentado no mês anterior. Para analistas, o crescimento do mercado de trabalho no setor da construção civil é um bom sinal para toda a economia.
O secretário estadual do Trabalho, Luiz Claudio Romanelli, diz que o quadro revelado pelo Caged é sentido diariamente nas Agências do Trabalhador. “As agências oferecem diariamente mais de 1,2 mil vagas de emprego com carteira assinada em todo o Paraná, cerca de 700 oportunidades só em Curitiba”, aponta.
Romanelli avalia que o Paraná deve se manter em 2011 entre os líderes nacionais na geração de empregos. “O bom desempenho paranaense se deve, entre outros fatores, à qualificação profissional, à atração de novos investimentos e ao maior salário mínimo regional do País”, afirma.
Em todo o Brasil o Ministério do Trabalho verificou a geração de 252.067 empregos em maio, crescimento de 0,69% em relação a abril. De janeiro a maio, o saldo de contratações chegou a 1.171.796.
Indústria e Comércio
Governo inicia diagnóstico para plano de qualificação profissional.
O governador Beto Richa disse que o Paraná conta hoje com um grande programa de desenvolvimento econômico e social que está atraindo empresas e incentivando outras a ampliar suas produções. Isso, no entanto, gera outras necessidades, como a qualificação de mão de obra e capacitação profissional. “Estamos na iminência de um apagão de mão de obra no Brasil. É necessário preparar o Estado para esse novo momento de desenvolvimento”, ressaltou.
Para vencer esse desafio, disse Richa, o governo conta com a participação do setor produtivo e com entidades ligadas à área. “A palavra é cooperação. Todos defendem os interesses do Paraná. O governo quer parcerias com as entidades, sistema S, com instituições, universidades. Estamos de braços dados com o setor produtivo”, afirmou.
No encontro, foram distribuídos questionários para avaliar até que ponto os cursos profissionalizantes existentes hoje representam as necessidades do mercado de trabalho. “Assim como em outras reuniões do Paraná Competitivo, queremos nesta reunião de trabalho organizar os esforços para gerar melhores resultados com os recursos que já existem”, explicou o secretário da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros. “As respostas vão nos ajudar a ter o mapeamento da situação.”
O secretário do Trabalho, Luiz Claudio Romanelli, disse que o governo trabalha na formatação de um Sistema Estadual de Qualificação Profissional, a ser criado por meio de lei. “Temos o grande desafio de criar programas específicos para atender as demandas dos diversos setores”, afirmou. Segundo ele, o sistema contaria inclusive com a criação de um Fundo de Apoio ao Trabalho para captar recursos para serem aplicados na capacitação. “Hoje os recursos não são suficientes. O mercado está aquecidíssimo e há muita demanda”, disse Romanelli.
O vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns, lembrou que a criação dos cursos deve estar ligada às demandas regionais. Arns afirmou que essa relação pode ajudar a reversão da preocupante estatística segundo a qual somente 15 % dos jovens buscam as universidades. “Precisamos levar os cursos para os locais pretendidos e estar atentos às modificações das demandas”, afirmou.
Para atender às necessidades regionais, o governo também pretende utilizar as universidades estaduais, que contam hoje com mais de 370 cursos de graduação. “Temos instituições de ensino e pesquisa capazes de formar recursos humanos de acordo com a demanda”, frisou o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal.
PARTICIPAÇÕES – A reunião contou com mais de 200 participantes, que por cerca de duas horas discutiram assuntos ligados à qualificação profissional. Segundo o presidente da Associação Comercial do Paraná, Edson Ramon, o encontro foi um momento histórico para o Paraná. “A verdadeira vantagem competitiva de um estado é a qualificação profissional da sua mão de obra”, disse.
O vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), José Eugênio Gizzi, afirmou que os cursos profissionalizantes atendem a demanda do setor. “Contudo, precisamos também achar alternativas para aumentar a disponibilidade de mão de obra”, disse.
Representantes de vários segmentos da economia apresentaram suas necessidades. O presidente do Sindicato da Indústria de Carnes, Péricles Salazar, disse que faltam cursos específicos para o setor. “Há muitos cursos, mas eles não atendem a demanda do setor de carnes no Paraná. Cito o caso da falta de mão de obra na área de desossador”, disse.
O presidente do Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho, Adir de Souza, cobrou a criação de mais cursos de qualificação gratuitos por meio de parcerias com o governo do Estado e com as secretarias de educação municipais ou estadual. “Também sugiro um maior debate sobre o tema. O Paraná e os seus trabalhadores têm muito a ganhar”, disse o sindicalista, que também faz parte da direção nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT).
Para o secretário do Trabalho de Curitiba, Paulo Bracarense, a preocupação com a qualificação profissional deve ser acompanhada do esforço para melhorar o ensino regular. “É preciso qualificar desde o ensino básico até o superior”, disse.
A ideia foi ao encontro das situações vivenciadas no setor de telefonia, segundo presidente do sindicato do segmento, Hélio Bampi. “Muitas vezes temos o candidato, mas ele não é considerado apto pelo perfil e pela formação básica”, disse.
Também participaram do encontro o presidente da Fiep, Rodrigo da Rocha Loures; o reitor da UFPR, Zaki Akel; o presidente da Faciap, Rainer Zielasko; os secretários estaduais Wilson Quinteiro (Relações com a Comunidade) e Edson Casagrande (Assuntos Estratégicos); os deputados federais Cida Borghetti e Eduardo Sciarra; prefeitos; vereadores e lideranças políticas e do setor privado.
PARANÁ COMPETITIVO – O programa Paraná Competitivo possui cinco vertentes com o objetivo de aumentar a competitividade da economia paranaense nos mercados nacional e internacional. Além da qualificação profissional, há mais quatro linhas de ação: fiscal, que modernização e flexibilizou a política estadual; internacionalização, que recentemente gerou a criação da Agência de Internacionalização do Estado; infraestrutura, que está em andamento e desburocratização.
Em menos de seis meses o programa já atraiu mais de R$ 1,3 bilhão em investimentos para o Paraná.
Em Reunião com Diretores de Escolas do NRE de União da Vitória.
Vice Governador agradece a Guarnição dos Bombeiros de Manoel Ribas.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Programa de saúde para mulheres presas será levado para todo o Estado.
Começa nesta sexta-feira a segunda etapa do programa de prevenção do câncer e de outras doenças voltado para mulheres presas no Estado. Detentas da Penitenciária Feminina do Paraná, em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, e da Cadeia Pública Laudemir Neves, em Foz do Iguaçu, farão exames e vão receber orientações sobre a prevenção do câncer de mama. A partir de julho, a iniciativa será levada para outros municípios do Estado. De acordo com a secretária da Justiça e da Cidadania, Maria Tereza Uille Gomes, o programa visa atender as presidiárias com ações de prevenção para diminuir o risco de doenças.// SONORA MARIA TEREZA UILLE GOMES.// Segundo a secretária, aproximadamente 1300 mulheres serão atendidas em todo o Paraná. Após as experiências obtidas no Estado, o Programa de Saúde para Mulheres Detentas vai ser estudado e deve ser estendido para todo o Brasil.(Repórter: Fernando Lopes)
Relatório mostra reequilíbrio nas contas do Estado.
O secretário estadual da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, afirmou nesta terça-feira (14/06) que as contas do Estado estão equilibradas, mesmo com uma queda da receita no primeiro quadrimestre do ano. Durante audiência realizada na Assembleia Legislativa ele disse que o governo “está fazendo ajustes na máquina com muita responsabilidade para contornar a herança de dificuldades que foi recebida pela atual gestão”. “Estamos promovendo um controle rigoroso das contas e colocamos as dívidas em dia”, disse.De acordo com o relatório do secretário, a receita do Estado caiu 4,43% nos primeiros quatro meses do ano. De uma previsão de cerca de R$ 8,4 bilhões entre janeiro e abril, aproximadamente R$ 7,9 bilhões entraram efetivamente nos cofres públicos. “A queda não se deve a arrecadação, que se manteve dentro das previsões, mas a repasses federais”, explicou.
Hauly revelou os esforços que estão sendo feitos pela Secretaria da Fazenda para aumentar a arrecadação, cobrando os grandes devedores do Estado, e estudando incentivos fiscais especiais para cada ramo da economia. Ele lembrou que o Paraná tem 6% do PIB brasileiro, mas arrecada apenas 5,4%. “É preciso eliminar essa diferença”, avaliou.
O secretário da Fazenda deixou claro aos 43 parlamentares que acompanharam a audiência que os gastos com a folha de salários do funcionalismo estadual estão muito próximos do limite de 60% da receita corrente líquida previsto pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Como problemas que ainda comprometem o equilíbrio financeiro, ele listou a criação de meio bilhão de reais em despesas permanentes no ano passado, além de outras medidas do governo anterior, como a concessão de R$ 600 milhões em créditos de ICMS e a antecipação de receita em R$ 40,7 milhões.
“A administração está fazendo um grande esforço para recuperar a saúde financeira do estado. Acreditamos que os próximos anos serão de muito investimento e desenvolvimento para o Paraná”, afirmou Hauly na Assembléia Legislativa. No encontro, ele ressalvou que quatro meses é um período muito curto para avaliar os resultados do governo. “Hoje, pode estar longe do que queremos, mas as perspectivas para os próximos anos são muito boas”, disse.
Ele informou também que o comitê formado por secretários de Estado continua analisando cada um dos convênios e contratos assinados na gestão anterior e que o trabalho está dando resultado. “Conseguimos redirecionar R$ 35 milhões para estradas e saúde e obtivemos o sinal verde da Secretaria do Tesouro Nacional para negociar financiamentos com o Banco Mundial e com o BID para a realização de novos investimentos”, destacou o secretário.
O secretário defendeu a repactuação da dívida do Paraná junto à União e um acordo sobre o ressarcimento das perdas que os estados têm com a Lei Kandir, que desonera as exportações. Segundo ele, o Paraná tem a receber cerca de R$ 1 bilhão por ano em função da lei. O líder do Governo, deputado Ademar Traiano (PSDB) e o líder da Oposição, deputado Ênio Verri (PT), elogiaram a apresentação do secretário e falaram da importância de debater o orçamento durante uma audiência pública.
Infraestrutura e Logistica
Ferroeste já tem 145 empresas interessadas em fazer parcerias
De acordo com o presidente da Ferroeste, as empresas e instituições bancárias do Brasil e do exterior que têm procurado estreitar relações com o governo do Paraná, com a Secretaria de Infraestrutura e Logística e com a Ferroeste manifestam interesse em investir na ferrovia e estabelecer parcerias em várias áreas. Segundo ele, muitos também são fornecedores de equipamentos, vagões, locomotivas e serviços.
Os investidores, potenciais parceiros e fornecedores querem conhecer os projetos ferroviários do Estado, feitos em parceria com o governo federal e a Valec. Também realizam sondagens de investimentos futuros nos projetos de expansão da ferrovia para o Mato Grosso do Sul e o Porto de Paranaguá.
ESPANHA – Pela manhã, a reunião do presidente da Ferroeste foi com um grupo de espanhóis, na sede da empresa, em Curitiba, com a participação do diretor de Produção da empresa, Mauro Fortes Carneiro. Os visitantes eram o presidente do Grupo S90, Juan Antonio Martín, e o diretor da empresa, Gilmar Palenske. Também estavam presentes os representantes da Firmes y Asfaltados del Sul (Faz), Matías Arrom Quetglas, e da MAB Obras Públicas, Iñigo Uriarte.
À tarde, no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o presidente da Ferroeste participou de encontro com o consultor jurídico e representante do Banco de Infraestrutura, Inovação e Desenvolvimento da Itália (BIIS), Rodrigo Pironti. O objetivo foi discutir parcerias com a instituição financeira italiana, que está interessada em projetos de infraestrutura tanto na área privada quanto governamental, no Paraná.
Estavam presentes na reunião com o BIIS os diretores do BRDE Jorge Gomes Rosa Filho (financeiro) e Nivaldo Assis Pagliari (recuperação de crédito). Também participaram o diretor-geral da Secretaria de Infraestrutura e Logística, Aldair Wanderlei Petry, e os presidentes da Sanepar, Fernando Ghignone, da Codapar, Silvestre Staniszewski e da Compagas, Luciano Pizzatto. Entidades como a Alcopar, Copel, Secretarias da Fazenda e de Indústria e Comércio, além da prefeitura de Curitiba e Agência de Desenvolvimento municipal.
Na terça-feira (14) já havia sido realizado outro encontro, na Secretaria de Planejamento e Coordenação Geral, com a participação da Associação Comercial do Paraná (ACP) e empresas norte-americanas interessadas em tratar de investimentos e parcerias logísticas com a Ferroeste.
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